Mostrando postagens com marcador Preto Velho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Preto Velho. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de maio de 2014

MAIS UM TREZE DE MAIO...

e como de costume, posto aqui nesta data algo sobre meus queridos Pretos velhos.
Hoje, rendo uma homenagem não só a eles, mas também ao meu pai, que durante o tempo em que por aqui esteve, comemorou este dia com muita emoção.
Lembro-me, que logo pela manhã do dia 13, ele colocava na vitrola o disco 'Estrada da Vida" da dupla Creone e Barrerito
Mais exatamente a faixa "Homenagem a Pai João do Congo". 
Tão logo ele começava a ouvir, seus olhos ficavam marejados e o choro era inevitável.
Eu, do alto de minha ignorância, não gostava muito daquilo e dava de ombros... 
Já sabia que meu pai, em seus áureos tempos de médium rondante, tinha como guia o Pai João e numa dessas voltas que a vida dá, vim a compreender o motivo desta emoção.
Para minha honra e alegria, também tenho um outro Pai João como guia.
Coisas da Umbanda, coisas de Deus.
Saravá, Pai João!
Salve a todos os pretos velhos!
Bom para finalizar, a letra e o áudio da canção seguem abaixo e após ambos, há um texto sobre a história de Pai João.
Confira.
Homenagem a Pai João Do Congo 
(Jota Dias/Meirinho)

Oh, meu Pai João de Congo,
meu guia meu protetor.
Salve, salve Pai João,
Salve a banda do Senhor.
Venha pra nos proteger,
trazendo paz e amor.
Congo quando vem de Mina,
Vem beirando Beira-mar.
Tira as cangas do caminho,
deixa os Congos serenar.
O terreiro está feliz recebendo Pai João.
Junto com Maria Conga,
pra nos dar a proteção.
Com poder de Jesus Cristo
e a Senhora Conceição.
Pai João benze o meu corpo,
pra nada me acontecer.
Pra vencer todas batalhas,
com sua força e poder.
Vencerei todas as demandas
na paz de Ogum Megê.


____________

História de Pai João

“Saiba, ó filho meu...
Que existiu uma época muito distante, em que o calendário não registrou nos anais da história da terra, um povo entre as diversas raças humanas que passaram, como estrelas espalhadas no firmamento, sábio e culto, filosófico e sonhador...
Sonhavam em retornar ao seu lar sidério, situado entre as estrelas da constelação do Cocheiro...
e por isso, os mais dotados espiritualmente, insistiam em olhar o céu e suspiravam de saudade...”
A lua com seu raio argênteo, espraiava-se sobre as encostas setentrionais daquela região onde hoje se encontra Madagascar, há muitos e milhares de anos...
O homem sagrado bordejava a orla do mar, e em seu caminhar contemplava a imensidão dos astros notívagos e suspirava com seu olhar marejado, as constelações como se quisesse ler no misterioso livro do céu o futuro de seu povo...
Alto e esguio, de compleição delicada, olhos brilhantes e profundos, Nalmyskar, o sacerdote do templo de Obhaluayê perscrutava as conjunções do céu para compreender os vaticínios que chegaram através de seus sonhos, com relação aos acontecimentos prestes á desabar sobre seu país...
Com seu cajado na mão direita, permanecia de pé ao som do mar e á luz dos espaços infinitos, e assim permaneceu por longas horas, em contemplação silenciosa...
Revia o sonho e cada parte triste...o povo inteiro seria colocado á prova por desprezar a grande lei de zambi! E agora os Araxás através de seus sonhos anunciavam a grande tragédia que se abateria sobre todos como remissão dos pecados...
A sabedoria milenar há muito fora deturpada por sacerdotes corrompidos, que se deixaram levar pelos ouropéis e vaidades humanas, patrocinando verdadeiras orgias, descambando para a magia negra...
Triste sina de um povo que já foi a aurora de uma civilização grandiosa!
Muitos serão banidos, degredados, irão para longe de seus lares, como escravos de uma raça que não tardaria em surgir no horizonte, em busca de conquista e ouro.
Famílias inteiras separadas, genocídio, depravação e miséria seria o castigo deste povo orgulhoso e vingativo que ousou contrariar as leis sagradas dos Araxás...a sagrada lei de zambi!
Os grandes e brilhantes olhos do sacerdote derramavam copiosas lágrimas, vertidas de seu coração sincero, pois guardava as leis sagradas e vivia de acordo com os mais altos ensinamentos de sua escola de iniciação. Sabia que voltaria para seu lar sidério, para a sua amada estrela situada na constelação do Cocheiro, mas e o seu povo? Voltaria á vê-los? Aqueles que ficavam, que atraíram para si os olhos enérgicos dos Araxás?
Enquanto assim permanecia, não percebeu sublime Entidade postada á seu lado, que lhe observava com profundo amor e carinho.
Uma brisa fresca roçou seu rosto magro e escuro como ébano, e uma voz se fez ouvir, como que vinda da distância que ele mesmo contemplava da sua saudosa estrela...
“...Nalmyskar! o grande Zambi te abençoa através dos sagrados Araxás!
Trago-te a promessa de que, tão logo seu povo sinta o braço pesado e longo do carma, você retornará para cumprir missão junto aos teus mais caros afetos!
Numa terra que ainda está por ser descoberta, muito além mar, tu irás voltar para o seio do povo que tanto amas, e assim auxiliá-lo na difícil missão de retornarem aos braços de Zambi, através da dor e do sofrimento. Os Grande Senhores da Aumbhandhã, os Mestres da Luz Primaz ouviram tuas preces, abençoado sacerdote, pois que tu guardaste a lei de Zambi em seu coração!
Retornarás  como Guia de uma futura religião que está para nascer nas terras do Cruzeiro do Sul,e inspirarás com teu exemplo de humildade os teus filhos deserdados...
Serás conhecido como Pai João do Congo por muitas gerações que te sucederão ao longo da jornada que ora se inicia em tua experiência íntima, e terás a alegria de ver voltar ao aprisco do amor de Zambi muitos de teus filhos desgarrados, que com teu amor, com tua dedicação e humildade irás inspirar aos dias melhores no futuro...
Por agora descansa, prepara teu espírito para as horas amargas que se abaterão, logo que a lua mude seu ciclo, para alertar mais uma  vez teu povo das severas lições que lhe aguardam! Paz e Luz, Nalmyskar, abençoado dos Araxás!”
Com os olhos marejados, e profundamente emocionado, o velho sacerdote retornou a passos lentos em direção de sua aldeia, enquanto a lua, em seu zênite parecia compartilhar com a tristeza do velho ancião...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

SALVE OS PRETOS VELHOS! YORIMÁ - A POTÊNCIA ILUMINADA


Yorimá é a potência da palavra da lei. É a força da sabedoria em domínio sobre a magia.
Entre a cachoeira e o mar existe uma energia que se vai avolumando e adquirindo mais força à medida que se aproxima do mar, para então penetrar nele. É como a vida adulta da criatura humana que vai armazenando conhecimentos a partir da infância, adquirindo experiência pela vivência, até passar para outra vida e deixar registrada a sua bagagem experimental. Quando muda de uma vida para a outra, toda a bagagem ou experiência adquirida se transforma em sabedoria. A transformação da experiência é a energia da sabedoria. Esta energia é Yorimá, potência iluminada da lei que rege a vida.
Assim, o significado mágico do seu nome está na formação da palavra: 
yo - vitalidade saindo da luz ou da energia, potência, princípio, ordem;
ri - rei ou potência maior manifestando-se, iluminação, iluminado e 
ma - lei.
Yorimá é uma linha que, através do amor, da compreensão e da humildade, consola os aflitos, reanima os fracos e valoriza o sofrimento humano com o fundamento da transformação que conduzirá à felicidade eterna. É a linha dos Preto Velhos.

Suas falanges
1) Falanges do povo da costa - Rei Cambinda.
2) Falanges do povo do Congo - Rei Congo.
3) Falanges do povo de Angola - Pai Joaquim.
4) Falanges do povo da Guiné - Pai Guiné.
5) Falanges do povo de Moçambique - Pai Jerônimo.
6) Falanges do povo de Luanda - Pai José.
7) Falanges do povo de Bengala - Pai Tomé.

POVO DA COSTA
(REI CAMBINDA)
Legião de espíritos dos negros africanos escravizados que trabalham com a renovação de forças. O sentido de trabalho desta legião é o de enxugar o pranto do filho e ajudá-lo a caminhar pelo vale de lágrimas. A transformação se dá na resignação e na coragem para enfrentar a dor e o sofrimento originários de dívidas passadas. Eles cruzam com a vibração de Iemanjá. Sua cor vibratória é o roxo com azul claro.


POVO DO CONGO
(REI CONGO)
Legião de espíritos dos negros escravos que trabalham com a força recém-transformada, isto é, com a força pura e nova, no sentido de vencer a dor envolvendo a alegria interior. Eles vibram nas cores branca e preta.

POVO DE ANGOLA
(PAI JOAQUIM)

Legião de espíritos dos negros escravos que trabalham no fundamento da manutenção da força cósmica e de sua aplicação mística. Sua missão é trazer luz e força para os filhos que ainda estão no cativeiro, como escravos dos vícios, dos erros ou da maldade humana, ajudando-os a sobreviver e vencer o sofrimento pelo uso de todo misticismo da força, quer através de rituais, quer através de descontração e sublimação dos valores positivos da criatura humana. Vibram nas cores branca e preta, que significa luz e sombra para produzir o terceiro elemento que é a penumbra.
Muitas vezes esta legião assume a cor roxa e nesse caso isto representa a inclusão da cor vermelha entre o branco o preto, cuja mistura gera o roxo, tornando-o assim misterioso, mas que representa o ponto místico da força suprema. Seu campo de ação é a mata.

POVO DA GUINÉ
(PAI GUINÉ)

Legião dos negros escravos que trabalham na cura de males físicos, através da magia e do conhecimento adquirido através de longos anos de estudo e vivência nas coisas sagradas.
Vibram nas cores branca e preta. 

POVO DE MOÇAMBIQUE
(PAI JERÔNIMO)

Legião de espíritos dos negros escravos que trabalham com as forças que se transformam do cativeiro para a liberdade, através da paciência em suportar o cerceamento do direito de liberdade do ser humano. Vibram na cor roxa. Seu campo de trabalho é a pedra da mata ou dos oratórios construídos na mata.

POVO DE LUANDA
(PAI JOSÉ) 

Legião de espíritos dos escravos negros que trabalham exclusivamente na caridade, embora se apresentem combativos e exigentes nos trabalhos executados dentro de rituais. Mas, apesar desta característica de exigentes, são extremamente bondosos e usam seus profundos conhecimentos ritualísticos para combater demandas. 
Vibram nas cores branca, vermelha e preta. A grande força desta legião é a reza que são normalmente carregadas de muita magia e sabedoria.

POVO DE BENGALA
(PAI TOMÉ)

Legião dos negros escravos que trabalham com a missão de compreender o que representa para o ser humano a incerteza, a falta de resignação e o sofrimento, pois eles passaram por tudo isso aqui na Terra. Compreendem que muitas criaturas humanas embora creiam na força divina, são levadas ao erro e ao desespero pelo excesso de amargura. Desenvolvem, então, uma energia que transmite a paz e a compreensão, além de incentivar a caridade.
Vibram nas cores branco e preto.

Fonte: Revista Planeta- Cultos Afro-brasileiros - UMBANDA - 
Textos de Adilvar Brasão de Freitas. 1ª edição/1996

domingo, 11 de novembro de 2012

SABEDORIA DE PRETO VELHO


fonte da imagem:Mestre Jorge Luis


Crises
por Pai João de Aruanda

Meu filho está confuso? é preciso coragem para modificar, para decidir e ousar. A vida, meu filho, só permite a vitória daqueles que ousam, que decidem, que realizam.
Quando a crise visita os meus filhos, é que já é hora de modificar alguma coisa.
A crise é sentimental? É preciso modificar a visão a respeito de si e do outro e promover as mudanças. O amor só sobrevive se for alimentado, adubado e regado com carinho, doçura, pequenos gestos; enfim, uma série de coisas aparentemente pequenas, muito importantes para manter a vida sentimental.
A crise é econômica? Que tal modificar a forma de gerenciar sua vida, seus negócios e suas próprias aspirações?
A crise, quando se apresenta na área social, é um convite à reavaliação de suas posturas, de sua forma de vera vida e de seu envolvimento com o mundo e a sociedade.
... Qualquer crise, meu filho, é uma forma mais direta que a vida encontra de nos dizer que temos de modificar algo ou nós mesmos.
Isso não é fácil, eu sei! Mas é possível realizar. Os desafios existem para estimular a gente a crescer e encontrar uma saída mais simples, ou para nos empurrar rumo a uma solução que está muitas vezes ao nosso lado o tempo todo. É que a gente se acostuma fácil com a boa vida e se acomoda.
"Deus ajuda a quem cedo madruga" - esse aforismo popular é reflexo da mais pura realidade. É fundamental começar cedo a se organizar e procurar soluções.
Quando falo em organização, meus filhos acham que é algo difícil de realizar. Mas afirmo que as coisas só são difíceis enquanto você achar que é difícil. Quando os meus filhos decidirem que é preciso, que é possível, e assim aliarem sua vontade de realização ao conhecimento de sua necessidade, aí será fácil.
Reclamar, chorar e adiar decisões não resolve problema algum.
Aliás, meu filho, tem algumas coisinhas que você poderá fazer em benefício próprio. Não adie aquilo que você tem que fazer. Adiar é uma forma de sabotar a si próprio. Não procure culpados ou culpas, vá atrás de solução e assuma sua responsabilidade. Aprenda a se organizar e agir.
Meus filhos estão acostumados a reagir e, então, não conquistam a vitória. 
Choram e lamentam, mas ainda isso é uma reação. Seja uma pessoa ativa. 
Em vez de reagir, aja. Uma ação é muito mais inteligente do que uma reação.
É preciso ter coragem para mudar. As crises são o grito da vida nos chamando à modificação."

Trecho extraído do livro de Robson Pinheiro "SABEDORIA DE PRETO VELHO"

domingo, 13 de maio de 2012

PRETO VELHO - A HISTÓRIA DE UM RETRATO

Nesse 13 de Maio, dia da Abolição da Escravatura, dos Pretos Velhos e de Nossa Senhora de Fátima aproveito para prestar minha homenagem aos queridos pretos velhos compartilhando o texto abaixo que conta a história desta imagem:

imagem: pintura na madeira

Meu preto velho e fiel companheiro

Um dos maiores pintores brasileiros nasceu em Itu e faleceu em Piracicaba (1850-1899), tendo estudado Belas Artes no Rio de Janeiro, sendo aluno de Vitor Meireles. Ganhou do governo brasileiro, o então Imperador D. Pedro II, uma viagem de estudos a Paris, onde permaneceu por seis anos. Notabilizou-se após sua volta retratando tipos e costumes brasileiros, principalmente paulistas com suas gravuras “Cozinha caipira, Picando fumo e O Violeiro”.

Chamava-se Almeida Júnior . Não apareceu até hoje quem melhor do que ele eternizasse nas telas o nosso verdadeiro e autêntico caipira como aquele que aparece pintado na tela de cócoras e com uma faquinha cortando o fumo para fazer um cigarrinho de palha, bem a gosto do fumante da zona rural, e também um violeiro tão típico e bem diferente destes que aparecem nas atuais duplas sertanejas, salvo um ou outro que marca presença no programa Viola Minha Viola da Inezita Barroso.

Mas mudando de artista bom no pincel em retratar gente simples, eu tenho um quadro que meu amigo Nivaldo Ramos (infelizmente já falecido), encomendou a um presidiário da Penitenciária de Presidente Epitácio preparasse para mim, a fim de ser colocado na minha sala de visitas de quando eu residia na Rua Prudente de Morais, em Presidente Prudente.


O trabalho do presidiário, feito com o maior esmero lá na carpintaria da Penitenciária citada, consistia em colar num pedaço de tronco de uma árvore, previamente cortada e mostrando o seu cerne, um quadro de uma pintura a óleo retratando um preto velho. Foi um trabalho artístico e artesanal onde a figura simpática do preto velho em todos os seus detalhes é realçada por ter ele aplicado uma camada de cera que deu mais brilho à figura humana.

imagem: detalhe quadro de São Jorge, moringa de água e caneca
Nota-se que o preto velho que serviu de modelo foi retratado de perfil em um cômodo de sua casa de tijolos que se realçam. Num canto superior pregado à parede há uma imagem de São Jorge Guerreiro e sobre a mesa tosca de madeira uma moringa com água e uma caneca, ambas feitas de barro.

imagem: detalhes do preto velho
O preto velho tem uma vasta cabeleira branca, uma fronte larga e enrugada, olhar fixo, um nariz afilado e ostentando um bigode espesso sobre o lábio superior da boca na qual está fumando um cachimbo de barro com haste de madeira. O cachimbo está preso entre seus dedos indicador e polegar da mão direita e dele alteia uma fumaça branca espalhando-se pelo ambiente.

Ele veste uma camisa de algodão de mangas compridas e no pescoço carrega um cordão ao qual está presa uma medalha possivelmente com uma imagem à distância indecifrável. Em sua mão esquerda segura uma bengala feita de um pau roliço e comprido, da qual deve se servir para as suas caminhadas. Sua cabeleira branca se une a uma barba que se liga ao bigode e cobre a face, o queixo, divisando com o pescoço.

imagm: detalhe da assinatura V.Caruso
Considerando a obra já ter sido feita há mais de vinte anos nem tudo nela é perfeitamente visível como, por exemplo, no seu rodapé onde se lê V CARUSO (*vide texto em negrito na final da postagem). 
Aí fica a dúvida sobre o nome exposto se seria do autor da pintura que eu não consegui identificar em pesquisas feitas ou do presidiário. Este ao que se sabe foi um dos presidiários mortos no levante de presos na penitenciária de Presidente Venceslau, cujo número ao que se comenta foi bastante significativo embora não se compare em quantidade àquele número de mortos do Carandiru.

Agora que o quadro do preto velho acha-se exposto em minha casa em Guarulhos eu tenho por ele a maior estima, a mesma que sempre tive em consideração a sua veneranda figura, bem como pela lembrança do meu amigo saudoso e já falecido, o Nivaldo Ramos que o encomendou ao autor da adaptação da figura ao cepo da árvore, o presidiário de nome ignorado, que pagou com a vida, durante o cumprimento da pena na rebelião de presos em que foi envolvido, quem sabe até ocasionalmente, seja, sem ter participado ativamente dela, figurando talvez como uma mera vítima.

Salve os Pretos Velhos!

Em tempo, Feliz dia das Mães!

(*)O texto abaixo é parte do comentário deixado no blog por Rubens Caruso Jr.
O Preto Velho é uma reprodução, uma "gravura", como se dizia antigamente, de uma obra do pintor Vicente Caruso.
Os Caruso são uma família de artistas brasileiros, cujas biografias resumidas estão em www.pintorescaruso.com.br

sexta-feira, 13 de maio de 2011

PRETOS VELHOS/NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Antes que o dia 13 de Maio termine e agora que o blog voltou ao normal, não posso deixar de fazer minha singela homenagem aos queridos pretos velhos e à Nossa Senhora de Fátima.
Cada um, em seu sincretismo religioso, guiando-nos para Deus, nosso único Pai.
Salve o pretos velhos!


quarta-feira, 13 de maio de 2009

PRETO VELHO...


...É PAZ,
É HUMILDADE,
É CONSELHO,
É AMOR,
É PACIÊNCIA,
É SERENIDADE,
É SABEDORIA,
É LUZ!
por Soraia

Com estas palavras faço minha simples homenagem à estes trabalhadores da Luz!