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quinta-feira, 13 de outubro de 2016
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
ESTOU CERTA QUE SIM!
Em 2012 postei AQUI sobre uma música do Queen que fazia parte do comercial da Lacta.
Hoje, acabei sabendo que esta mesma canção, foi tema de uma pesquisa na Inglaterra, e foi concluído que "Don't Stop Me Now" faz um bem danado pra gente.
Hoje, acabei sabendo que esta mesma canção, foi tema de uma pesquisa na Inglaterra, e foi concluído que "Don't Stop Me Now" faz um bem danado pra gente.
Confira na reportagem que segue abaixo.
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Música do Queen é sinônimo de bem-estar, diz cientista
Segundo pesquisa britânica e relatório elaborado por um neurocientista, a canção Don't Stop Me Now possui qualidades para melhorar a vida das pessoas
Todo mundo sabe que uma boa música pode alegrar o dia de qualquer um, mas, até então, isso era apenas uma teoria. Só que ela acaba de ser comprovada na Grã-Bretanha, sabia? Na verdade, a pesquisa levou em conta um dos grandes sucessos da banda Queen, na década de 1970, Don't Stop Me Now. Segundo o resultado da análise feita por um neurocientista, a fórmula da música de bem-estar é simples: tempo rápido, ou seja, cerca de 150 batidas por minuto, notas altas e letra alegre.
Para se chegar a esse resultado, a empresa britânica de eletrônicos Alba fez uma pesquisa com 2 mil adultos, no Reino Unido, para saber qual era a música preferida por eles quando queriam se sentir bem. A resposta da maioria dos entrevistados? Don't Stop Me Now, do grande compositor Freddie Mercury.
O resultado da pesquisa foi analisado pelo neurocientista Jacob Jolij, especializado em cognição, que levou em conta diversos aspectos técnicos da música, para relacioná-la à sensação de bem-estar. "Minha análise confirmou algo que já era sabido da literatura científica: músicas escritas com notas altas e tempo rápido são as que mais levam a emoções positivas", conta Jolij, que é professor de psicologia na Universidade de Groningen, na Holanda, em entrevista ao site de notícias The Huffington Post. "De certa forma, todas as músicas ditas de 'bem-estar', selecionadas pelos entrevistados, possuem notas altas, exceto duas, e têm ainda 10 batidas por minuto a mais que uma canção de pop atual", completa o cientista.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
À PROCURA DE "O EREMITA"

Este "novo Eremita" foi baseado na imagem do Arcano IX do Tarô Rider-Waite, criado em 1910.
Do antigo senhor, para este moderninho rapaz, ficaram somente as cores sóbrias e nesta nova roupagem, sua busca agora é por outra coisa bem diferente...
De fato, o que eu queria mesmo era saber se há os outros arcanos assim com este "novo estilo".
Após dias e dias de busca, a única coisa que encontrei relacionando "O Eremita' com a música foi um cd chamado TAROT de Tomás Marco e Juan Carlos Laguna.

No vídeo abaixo, estão os solos de violão de O Mago, O Eremita (que está aos 3 minutos e 3 segundos), A roda da Fortuna, A força, O Mundo e O Louco.
E assim como o velho Eremita, o que me resta agora, é continuar por esta busca.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
MILTON NASCIMENTO: 70 ANOS
por Ailton Magioli - EM Cultura
Sem tempo para comemorar o próprio aniversário devido à extensa agenda de compromissos, Milton Nascimento recebe pouquíssimos convidados hoje à noite, em sua casa da Joatinga, no Rio de Janeiro, para festejar seus 70 anos. Amanhã, ele embarca para Pirenópolis (GO), onde faz show no domingo. Depois, segue para Cuiabá (MT).
Bituca não completa apenas 70 anos de idade, mas meio século de carreira, 45 anos da canção Travessia e quatro décadas do disco Clube da Esquina, marco da MPB. Em 25 de novembro, grava o DVD Milton Nascimento – Uma travessia, no Rio de Janeiro. E prepara repertório inédito para seu disco com o guitarrista Ricardo Vogt, que toca na banda de Esperanza Spalding. Ele será um dos homenageados da Academia Latina de Gravação durante a entrega do Grammy Latino, em 15 de novembro, em Las Vegas (EUA).
Carioca de nascimento, criado em Três Pontas e mineiro por direito, Bituca tem se emocionado neste ano especial. “Fico muito feliz de poder dividir com as pessoas as músicas que a gente fez, as histórias que a gente viveu”, declarou ele. Vêm por aí dois livros sobre o artista: a biografia musical escrita pelo instrumentista e compositor Chico Amaral e o volume organizado pelo assessor Danilo Nuha, com as letras que escreveu. No Rio de Janeiro, o Instituto Antônio Carlos Jobim cuida da digitalização de seu acervo pessoal. Recentemente, Milton recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade do Estado de Minas Gerais.
Chico Amaral recorre a Mário de Andrade para situar o surgimento de Milton Nascimento na cena cultural brasileira. “Mário gostava de dizer que o que importa na arte é o contexto, o coletivo. É isso que gera os grandes gênios”, lembra o compositor, salientando que depois de Três Pontas, onde conviveu com Wagner Tiso, Bituca se mudou para BH, onde conheceu Pacífico Mascarenhas e os irmãos Borges, entre outros. Já radicado em São Paulo, ele foi acolhido por Hamilton Godoy (do Zimbo Trio), Agostinho dos Santos, Baden Powell e Elis Regina. Chico garante: depois da bossa nova, Milton Nascimento representa o que surgiu de mais importante na MPB.
Autor dos livros A canção no tempo (1997-1998), em coautoria com Jairo Severiano, e A era dos festivais (2003), o jornalista e musicólogo Zuza Homem de Mello lembra que Milton – como compositor – foi a figura de maior projeção do Clube da Esquina. “Todavia, sua obra tem personalidade tão marcante que se pode afirmar constituir-se de forma independente do grupo em função de suas inovações rítmicas, harmônicas e melódicas”, ressalta. Para Zuza, tais inovações constituem “verdadeira entidade musical, diferente de tudo o mais que existia e existe na música brasileira”.
O jornalista aponta na obra miltoniana “aspectos únicos, como o caráter ritualístico, a morfologia épica e a abrangência latino-americana que extrapolam a força da paisagem mineira, constituindo-se num dos mais fascinantes universos sonoros de raízes profundamente brasileiras que o mundo não só admira como, e principalmente, compreende”. Zuza também destaca a postura de Bituca na luta contra a ditadura militar: “Nesse ponto, há que se louvar os parceiros – em particular Fernando Brant, Márcio Borges e Ronaldo Bastos. Eles souberam compreender os desígnios musicais embutidos em certas criações para chegar a canções que atingiam fundo esse enfrentamento, como Fé cega, faca amolada e Nada será como antes, entre várias outras”.
O jornalista discorda de quem afirma que Bituca impressionou a crítica apenas por seu famoso vozeirão. “O que arrebatou aos que ouviram Milton desde o início de sua carreira, entre os quais me incluo, foi a verdadeira magia que havia em sua voz, a devoção de suas vocalizações, a apropriação técnica no uso de falsete. Enfim, várias características que fazem dele, cronologicamente, o intérprete mais original do Brasil depois do surgimento de João Gilberto. A mitologia de ambos converge num ponto em que se identificam, na valorização do silêncio”, conclui.
http://www.divirta-se.uai.com.br/html/capa_milton_nascimento/id_sessao=69/capa_milton_nascimento.shtml
Visite o site:
http://www.miltonnascimento.com.br/
domingo, 22 de abril de 2012
MÚSICA E CHOCOLATE
Tai duas coisas que adoro: uma boa música e um bom chocolate.
Desde Fevereiro quando a Lacta lançou sua propaganda comemorativa de 100 anos, que aquela música do Queen não me sai da cabeça.
Pouco antes da páscoa me deu uma vontade danada de comer BIS...
Mantive esse desejo em segredo e até pensei em compar uma caixa para saborear nesta data.
Antes porém, alguém leu meu pensamento e me deu uma caixa de presente.
Saboreei e dividi o BIS com muito gosto.
Foi a conta de comer o BIS para que eu me lembrasse da música do Queen que está no comercial.
Como não sabia o nome dela (acho que a Lacta deveria ter colocado os créditos da canção em seu comercial) ficava cantarolando só o lara ra ra ra...
Um dia, enquanto tomava meu banho (atenção cantores de banheiro, há uma chance para nós) cantalorei as palavras: don't stop me now e o lara rarara e creio que, novamente, os céus (ou terá sido este mesmo alguém) me ouviram e não é que na páscoa acabei ganhando uma caixa de bombons Lacta?
Não são meus preferidos, mas estavam tão bons...
Enquanto degustava meu presente pensei: está na hora de saber que música do Queen é esta.
Só hoje é que tive tempo para procurar e acabei encontrando no Musicopéia a resposta:
O lara ra ra ra ra ra ra do Freddie Mercury é infinitamente mais belo que o meu!
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