TZOLKIN, I CHING E DNA - MERAS SEMELHANÇAS?

Ontem, eu vi esta imagem em um blog e fui saber do que se tratava a postagem.
Infelizmente era só a imagem sem nenhuma explicação.
Sabia que era o Tzolkin, mas nunca havia visto os hexagramas do I Ching na mesma imagem e foi isso que me chamou a atenção.
Pesquisando na internet, achei algumas coisas interessantes e que talvez não sejam nenhuma novidade porém, acho válido dar uma lida ou relida.
O primeiro texto "O TZOLKIN E O I CHING", encontrei num Yahoo groups de 2003. 
Embora ele seja meio confuso, acho que vale dar uma lida e apurar o que for "aceito" pela mente lógica e sentido pelo coração.
Os outros textos foram retirados de um site e de um blog com os respectivos créditos.
Para começar, segue um link interessante de uma tabela contendo kins, hexagramas, arcanos do tarô... 
Tzolkin


O TZOLKIN E O I CHING
O Tzolkin modula com seus 260 códigos uma Grade estrutural ligada em Rede a Quarta dimensão, conectando informações de dimensões elevadas ao mundo tridimensional.
Em princípio é um corpo energético que pode ser chamado de corpo de Luz ou corpo elétrico.
Cada forma de vida ,que aparece como Matéria recebe um traje etérico.
Não existe nenhum indivíduo vivo que não possua essa matéria etérica.
O corpo etérico é de natureza individual definindo uma estrutura essencial –um fino material reconhecido como código genético ( 64 códigos de DNA).
Os 64 códigos do I Ching apresentam estes aspectos de forma arquetípica.
A matéria grosseira que dá forma a vida possui 64 códons que correspondem ao DNA (RNA).
Somente esta informação pode ser manifestada ,o que este – fino material – permite.
Reativando a quarta dimensão abre – se o sonho da abundância da vida em expansão.
A relação além é o Tzolkin.
Ele necessita de um interruptor, a fim de ligar neste mundo outros níveis dimensionais, que se seguem ā quinta dimensão - fazendo o convite a Vida para que ela se mova.
A estrutura do Corpo de Luz é uma condição para que o formulário seja consultado, a fim de unir as escalas das dimensões mais elevadas.
Isso significa muito , esta etapa evolutiva não é como a pressão de uma obrigação, ao invés disso apresenta a consciência natural do que pode ser realizado através desse ato.
É um desenvolvimento espiritual onde o indivíduo carrega sua própria independência, representando a própria base de tudo. A vista puramente mental é secundária.
O caminho vai sobre o coração e não sobre a cabeça.
O código galáctico –através das Runas representa outros níveis, através da consulta aos arquétipos – encontramos a Fonte, informações elevadas podem ser acessadas para que o campo da vida tridimensional possa fluir...quando a relação com o Corpo de Luz– existe.
O Tzolkin é a Forma através da qual podemos consultar a Matriz da quarta dimensão, onde o Corpo de Luz se encontra estruturado.

Fonte: http://groups.yahoo.com/group/tt-watch/message/19785

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 O I Ching e o DNA

Apesar de conhecido desde o início do século, foi com o famoso estudo de Watson e Crick que o DNA ganhou a importância científica que tem hoje, conferindo aos seus pesquisadores o Prêmio Nobel de 1962. Chamada de “molécula da vida”, contém a codificação genética dos seres vivos, determinando espécies e todas as suas características, programando todos os processos de vida por intermédio de 64 palavras codificadas, cada uma constituída de três dentre quatro letras. Sua estrutura básica é formada pelos cordões positivo e negativo, semelhante aos princípios básicos Yin e Yang do I Ching. A semelhança não é fortuita, como mostram as coincidências na tabela de comparação vista abaixo.

Modelo de Crick-Watson do ácido desoxi-ribonucleico (DNA). Um dos dois ácidos nucleicos na composição dos cromossomos, o DNA contém informação genética e é uma das moléculas gigantes mais estudadas.

O DNA é uma molécula semelhante a uma corrente, formando um cordão duplo contorcido (hélices antiparalelas). Essa dupla hélice é constituída por duas correntes alternadas de grupos fosfóricos e de desoxirribose, interligados por hidrogênios a intervalos regulares por dois pares de bases. Essas bases são o par Timina (T) - Adenina (A) e o par Citosina (C) - Guanina (G). Essas letras A, G, C e T são as letras do código e formam par com as letras T, C, G, e A do degrau paralelo da dupla hélice, encaixando-se exatamente como os elementos de um zíper. O código genético depende da seqüência ou ordenamento de cada par base, que ligam as hélices. Três dentre estas 4 letras constituem uma palavra-código, resultando numa combinação de 64 elementos.

Os pares A, G, T e C ligam as hélices, determinando a codificação.

A serpente do I Ching, símbolo tão antigo quanto o oráculo, parece indicar a incrível semelhança com o DNA, como que antecipando essa descoberta.

Cronologia da descoberta

circa 3000 a.C. – Fu Hsi estabelece as bases do sistema binário e do I Ching, na forma das forças Ying e Yang.

1713 – Leibnitz, matemático suíço, cria em 1713 as bases do sistema matemático binário, onde os valores são expressos em função dos estados "1" (ligado, positivo) e "0" (desligado, negativo). Foi a partir daí que foi possível o desenvolvimento do sistema binário que é a base dos computadores. Leibnitz identifica as semelhanças do I Ching com seu sistema binário.

1953 – Watson e Crick identificam o DNA como portador da informação genética.

1962 –Watson e Crick comunicam a descoberta da molécula do DNA e ganham o Prêmio Nobel por isso.

1969 – Surge o artigo de E. H. Gräfe na revista de medicina geral Der Landarzt, intitulado "I Ching, o Livro das Mutações e o código genético, o Livro da Vida".

1973 – O médico Martin Schönberger publica o seu livro "Verborgener Schlüssel zum Leben", mostrando a concordância exata do código genético com a estrutura numérica e o princípio de polaridade do I Ching.



 Quadro-resumo das semelhanças
Fonte:http://www.mlopes.eng.br/iching/

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A Matriz do Tzolkin
Matéria e energia
Para os Maias, tudo que existe é composto de partículas. Partículas que estão em contínuo movimento e em constante vibração. Tudo que vibra pode ser representado em forma de onda e toda forma de onda pode ser codificada dentro da matriz do Tzolkin. Tudo que existe pode manifestar-se dentro desta matriz matemática. Uma partícula pode ser uma parte constitutiva de um átomo, um ser humano, um planeta ou uma galáxia. As partículas são como os atores de uma peça. Estas partículas em um determinado momento no tempo ocupam um lugar localizado no espaço. O lugar no espaço e o lugar no tempo, o espaço-tempo, é como o cenário da peça onde as partículas se movem. Existem também forças ou energias que movimentam as partículas permanentemente no espaço-tempo fazendo com que elas interajam umas com as outras.
Pense na energia como um roteiro que coordena a atuação que estes atores devem seguir no cenário, o espaço-tempo. Cada atuação é única. Não existe outra igual em todo o cenário. Pode-se dizer então que a peça é a soma de todas as atuações.
A atuação também depende da platéia que também interfere na atuação. Existem milhares de milhões de possibilidades para que estas partículas se configurem no espaço-tempo. Por isso o Universo é a soma total de todas as possibilidades.
Hunab-kú, ou Deus, é a soma total das possibilidades que todos os átomo, seres humanos, estrelas ou sois podem viver e das novas possibilidades que resultam do reflexo de umas contra a as outras eternamente.
A matriz do Tzolkin é composta de 260 posições, 13X20, que é uma fração de 26.000 anos que corresponde a duração de um dia galáctico. Este é o mesmo tempo que leva um raio de luz para viajar desde o centro da nossa galáxia até o nosso sol. Dentro do Tzolkin estão codificados todos os tipos de energia, matéria ou vida que podem se organizar com a informação divina.

Elementos químicos

As 260 posições da matriz do Tzolkin Maia, estruturam os diferentes tipos de energia que se manifestam na terceira dimensão do Universo. Quatro campos, cada um com 36 posições, dão 144 elementos diferentes possíveis da matéria dos quais 118 estão classificados pela ciência na tabela periódica química.


144 unidades de energia radiante são formas distintas de energia densificada. Matéria que se organiza com informação de origem divina, formando a estrutura da matéria na terceira dimensão. Dois campos, cada um com 16 posições, de cada lado da coluna mística, representam 32 unidades de energia cristalina.



O DNA

Dois campos nos locais centrais, cada um com 32 posições, dão os 64 aminoácidos, energia genética onde está codificada a informação humana. O DNA.


A forma física do ser humano é o resultado da organização de luz e energia por uma informação codificada de origem divina. É o que produz a forma de onda de cada um de nós. O código da vida é composto por 64 combinações possíveis de quatro aminoácidos básicos que têm a informação necessária para replicar a vida inteligente.




O I-Ching
Os chineses deixaram o código da vida registrado no I-Ching. Uma linha partida chamada Yin, que representa a matéria, e um linha contínua chamada Yang, que representa a energia.

Yin e Yang são dois elementos distintos que representam as duas substâncias originais necessária para replicar um ser humano e que em química se chamam Purina e Pirimidina.


Purina
A Purina e formada por cinco átomos de carbono e 4 de nitrogênio. Se organizam em um anel hexagonal unido a um anel pentagonal. Pode ser representada por Yin e fornece a energia para os processos bioquímicos das células. Quando reage com o hidrogênio produz dois ácidos nucléicos básicos chamados Adenina (A) e Guanina (G).

Pirimidina
A Pirimidina é formada por quatro átomos de carbono e dois de Nitrogênio e que se organizam em um anel Hexagonal. Pode ser representada pela linha contínua como o Yang. Quando reage com o hidrogênio, produz os outros dois ácidos nucléicos básicos chamados Timina (T) e Citosina (C).


Aminoácidos
Os dois símbolos iniciais podem então ser combinados para produzir quatro ácidos: Adenina, Guanina, Timina e Citosina.


As quatro bases combinam entre si, unindo-se de 3 em 3 produzindo 64 combinações possíveis. Dentre estas estão os 20 aminoácidos conhecidos. Da união dos aminoácidos formam-se as proteínas que são a matéria das células. A partir destas forma-se os tecidos. Das 64 combinações possíveis, apenas 20 estão ativas no ser humano.
As outras 44 estão inativas. São como programas de computador que não estamos usando. No entanto já começaram a nascer em todas as partes do mundo, crianças que possuem 24 aminoácidos ativos nos núcleos das suas células. Quatro aminoácidos adicionais estão se ativando na estrutura básica do ser humano. Estas crianças nunca ficam doentes. Nascem com um super sistema imunológico e com faculdades psíquicas fora do normal. Não precisam de enfermidades ou do medo para que entendam a vida. Começaram a aparecer na China e estão sendo chamadas de crianças Índigo. Elas podem movimentar objetos a distância e comunicam-se entre si telepaticamente.




A Lua, Vênus, Marte, Mercúrio principalmente e os outros planetas refletem para a Terra esta energia. A quantidade que refletem depende da localização deles na suas órbitas em redor do Sol e da posição do nosso planeta. Esta energia regula desde as marés até as fases de crescimento de todas as coisas em nosso planeta. Ela é aceita por todos os povos como a força vital. Parcelo a chamou de Evestrum, os Egípcios a chamaram de Ka, os Gregos de Pneuma, os Hebreus de Ruan, os Hindus de Prana, os Japoneses de Ki, os Chineses de Chi e os Maias de Puah.

A matriz é composta por 20 colunas, representadas por cada um dos 20 dias do mês e seus correspondentes glifos sagrados, e 13 níveis (linhas), representadas por 13 números Maias. A partir do primeiro nível e da primeira coluna, são inseridos, horizontalmente, uma sequência de 13 números. A sequência é então repetida a partir da décima-quarta posição, se deslocando da esquerda para a direita e de cima para baixo até completar um total de 20 repetições da série numérica.


Os Maias descobriram que pela posição dos planetas no sistema solar, há alguns dias em que se recebe mais energia na Terra, facilitando os processos de tomada de consciência, crescimento interior e sincronismo com o Universo. 
São 52 dias denominados Portais Energéticos, dos 260 dias que formam o Tzolkin completo.
Esse dias que vibram de maneira especial pela energia que se recebe simultanêamente de todo o Universo. A marcação destes dias na matriz gera uma forma simétrica refletida sobre uma linha central, o sétimo nível da matriz. Eles a chamavam de coluna mística.


Na parte superior encontra-se a onda positiva que todos os seres recebem de Hunab-Ku. 
O giro do furacão que irradia para fora uma energia indescritível desde o ponto central.
Na parte inferior encontra-se a representação da onda negativa, o giro contrário do furacão, que atrai para dentro uma enorme quantidade de energia para o ponto central no coração da Galáxia.
Hunab-Ku, no centro da Galáxia, pulsa energia e informação no sentido horário e anti-horário simultaneamente.
O coração da Galáxia emite uma série contínua de sinais, que nós chamamos de rádio emissões. Estes sinais sincronizam todos os seres vivos do Universo e encontram-se codificados de uma maneira muito simples, para que todos os seres possam coordenar-se harmonicamente ao utilizá-los.
Os Maias codificaram estas frequências de luz, informação e energia na matriz do Tzolkin.
Uma matriz matematicamente muito simples que permite acomodar todas as combinações harmônicas possíveis.
É uma tabela periódica de frequências galácticas.
Somando-se, a partir da coluna mística, o número das linha na parte superior e o seu correspondente na parte inferior teremos sempre o número 14 como resultado. (6 + 8 = 14, 5 + 9 = 14, ... 1 + 13 = 14).
A soma de todos os níveis da matriz dá 91 (1 + 2 + 3 + 4 +...+ 12 + 13 = 91) que corresponde ao número de dias que tem cada uma das 4 estações climáticas do ano.
Também é igual 13, número mágico Maia, multiplicado por 7 (13 x 7 = 91).
A soma dos quatro números nas extremidades no retângulo externo na matriz do Tzolkin resultará em 1 + 7 + 7 + 13 = 28.
O próximo retângulo interno ao primeiro também resulta em 9 + 13 + 1 + 5 = 28.
Isto se repete até o retângulo mais interno formado pelos número 2 + 11 + 3 + 12 = 28.
Isso acontecerá sempre com as extremidades do retângulo avaliado.13 lunações se sucedem em um ano.
A Lua dá 13 giros em volta da Terra enquanto esta dá 1 volta ao redor do Sol. 13 ciclos de 28 dia completam 364 dias e que adicionados a um dia de purificação, para receber o ano novo, completam os 365 dias do ano.
A Lua gira 90 graus a cada semana (7 dias). Cada dia corresponde a um deslocamento de 13 graus. A cada 28 dias um giro completo de 360 graus.
Devido a órbita da Lua ao redor da Terra, que se desloca ao redor do Sol, ser elíptica e muito excêntrica, seu giro sinódico dura 29 dias e 12 horas.
Por desejo do Imperador Romano Júlio César e do Papa Gregório 13, a medida do tempo foi modificada.
O ano foi dividido em 12 meses desiguais, com diferentes números de dias. Perdeu-se um mês, uma lunação completa, que ficou repartida em pequenas cotas nos outros meses do ano, e com ela perdemos a sincronia com a natureza, com o Sistema Solar.
Passamos a medir o tempo mecanicamente, sem nenhuma relação com os ciclos naturais do planeta, da Lua e do Sol.
O ser humano de hoje vê o Universo como um relógio, uma máquina insensível.
Tzol significa contar, Kin significa dia, portanto o Tzolkin é um instrumento para contar os dias. Um calendário de 260 dias, 13 vezes 20 dias. No corpo existem 13 pontos de poder, nas articulações principais. Um no pescoço, dois nos ombros, dois nos cotovelos, dois nos pulsos, dois nos quadris, dois nos joelhos e dois nos tornozelos. 

sabedoriauniversal.wordpress.com

Existem 13 Baktuns ou períodos de 400 anos (tunes) num ciclo Maia de 5.125 Tuns entre um raio sincronizador e outro. 
Treze multiplicado por quatro dá 52, uma fração do grande ciclo Maia de 5.125 tuns. 
13 é o número da proporção cósmica, a chave interdimensional. 
O Tzolkin pode ser visto de duas maneiras.
Como um conjunto de rodas calendáricas ou como uma matriz. Duas rodas que giram em velocidades diferentes. Uma designa os dias como um número de 1 a 13 e a outra com um dos 20 glifos sagrados. Estas rodas giram eternamente em combinação com a roda de 365 posições do Haab, que marca em que mês está cada dia já designado pelas outras duas rodas. 
Coordenavam o giros dos dois calendários a cada 52 anos quando a posição inicial das rodas dos dois calendários coincidia. Uma proporção dos 5.125 tunes que dura o aparecimento do raio sincronizador da Galáxia. 
A cada 52 anos, ou seja, a cada 18.980 kines eram realizados 13 dias de festas durante os quais era comemorada a descida do céu do fogo novo e a saída do Sol. Estes 13 dias sincronizavam a duração do ano solar de 365,25 dias no ano do Haab de 365 kins. 
Isto é, 52,25 nos dá os 13 dias que eles festejavam a cada 52 anos.
No calendário gregoriano que utilizamos, este ajuste é feito a cada 4 anos pela adição de um dia ao mês de fevereiro, o que deu origem ao anos bissextos.
Para os Maias, o ser humano só completava o seu desenvolvimento ao atingir a idade de 52 anos.

Fonte:
http://cmtzolkin.blogspot.com.br/2006/02/matriz-do-tzolkin.html
http://cmtzolkin.blogspot.com.br/2006/02/matriz-do-tzolkin_27.html

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